sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Sorteio do livro Todos os Animais Merecem o Céu




Queridos amigos!

Uma das felicidades em "agarrar" uma causa - no nosso caso amar e respeitar os outros animais - são os amigos humanos que encontramos na caminhada. Pessoas que se alegram e se entristecem por motivos muito semelhantes, pessoas questionadoras que possuem uma filosofia de vida diferente, uma das mais nobres, eu diria!


Com grande alegria, divulgo o sorteio do livro Todos os Animais Merecem o Céu, Marcel Benedeti (Editora Mundo Maior) promovido pelo blog Espírita na Net. As inscrições devem ser feitas até o dia 15/02/2011.

Agradecemos à amiga Adriana pela oportunidade de divulgar ao nosso grupo o sorteio deste excelente livro.

Para saber como participar do sorteio, clique: Sorteio do livro Todos os Animais Merecem o Céu

Para conhecer o blog Espírita na Net, basta clicar:  Espírita na Net

Grande abraço!
Fernanda

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Como ajudar um amigo?




Muitas vezes, diante de nossa incapacidade e pequenez, não sabemos como ajudar os outros (de nossa espécie) de alguma forma.

O mesmo acontece quando vemos algum animal abandonado ou sofrendo maus tratos. "Ah! Se eu tivesse espaço em casa...", "Ah! Se eu tivesse tempo...", "Ah! Se eu tivesse condições de cuidar...", colocamos diversos empecilhos para que nossa consciência pese um pouco menos quando desviarmos os nossos olhos daquele ser e continuar o que estávamos fazendo antes de percebê-lo.

A verdade é que, alguns dos nossos empecilhos são verdadeiros, isso vai da percepção e consciência de cada um de nós. Cada um ajuda como pode, não é? 

Existem diversas maneiras de ajudar um irmão (homem e animal), aqui vão algumas ideias:

Por palavras: Doe Palavras
Por oração e pensamentos positivos: A importância dos bons pensamentos
Por doações: WSPA - animais Rio de Janeiro (informe-se)

A caridade é uma só, porém possui diversas faces.

Preste atenção, a caridade envolve-nos a cada novo dia e nos chama à doação de amor!

Todos os dias são páginas novas em nossas vidas! A cada dia, diversas oportunidades! Encontre a sua!

"Se acolher um cão faminto e torná-lo próspero, ele não o morderá. Esta é a principal diferença entre um cão e um homem." Mark Twain

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Os animais no plano espiritual (Parte II)



Veja nossa Proposta de Estudo


"- Café é um companheiro nosso de longa data e sempre está disposto a colaborar e a nos auxiliar. Desta vez, aproveitando seu retorno recente, ele concordou voluntariamente em nos deixar estudar suas lesões consequentes à enfermidade que o vitimou, antes de ter seu corpo espiritual submetido ao tratamento de reparação corporal e desmaterialização dos vírus. Ele recebeu uma carga energética, que funciona como uma espécie de anestésico para não sentir dores e faz com que sejam retiradas de sua memória as últimas sensações antes de desencarnar, dolorosas para ele. (...)" 

O trecho anterior retirado do livro Todos os Animais merecem o Céu, Marcel Benedeti, descreve um cão no plano espiritual auxiliando as equipes espirituais, neste caso, em aulas, como citado.

Nosso estudo não tem como objetivo julgar as fontes de informação, porém analisá-las e estudá-las de maneira lógica.

Na parte I deste capítulo, vimos que Kardec e os Espíritos (Livro dos Espíritos), em primeiro momento, escrevem que os outros animais não possuem idêntica faculdade a do homem (pensa e obra por livre vontade) e não possuem a consciência de si mesmos.  Uma vez que Kardec nos instruiu a acreditar na Ciência, quando esta parece mostrar parâmetros favoráveis, somos levados a acreditar que, neste momento, os Espíritos acreditaram que a humanidade não estava pronta, naquele momento (1859), para saber mais a fundo sobre este assunto, já que a Ciência prova por meios indiscutíveis, a inteligência e raciocínio animal.

Podemos citar o caso de chimpanzés que sofrem ao perceber que um do grupo morreu, ou, neste mesmo grupo de animais, observarmos o aprendizado de um jovem, com outro do grupo, a lidar com ferramentas para se alimentar (gravetos, pedras etc), o que sugere a consciência de grupo, de si mesmo.

Os livros da codificação não nos revela muito acerca deste tema, mas podemos observar em outras obras espíritas a presença de animais em plano espiritual.

Divaldo Franco, questionado acerca deste assunto respondeu:

"O egrégio Codificador do Espiritismo informa-nos que o período em que os animais se demoram na erraticidade é breve, logo retornando à reencarnação. Nada obstante, a mediunidade vem demonstrando que ocorrem períodos mais longos, conforme encontramos narrações nas obras ditadas pelo Espírito André Luiz ao venerando médium Francisco Cândido Xavier, assim como Charles à nobre médium Yvonne do Amaral Pereira. Essas informações não colidem com a palavra do mestre de Lyon, porque o desdobramento dos estudos doutrinários estava previsto por ele, ampliando as informações contidas nas obras básicas.

Recordo-me, por exemplo, de Sultão, o cão que acompanhava o padre Germano, conforme narrado nas Memórias do Padre Germano, de Amália Domingo Soler, e da vida de Dom Bosco, que era defendido por um cão, nas diversas vezes em que atentaram contra a sua vida.

Pessoalmente, já tive diversas experiências com animais, especialmente cães desencarnados, que permanecem na erraticidade há algum tempo
." (Jornal Mundo Espírita, 2008)

Continuaremos nosso estudo semana que vem!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Chico Xavier e os animais



"(...)Chico tinha um cão que atendia pelo nome de Lorde, o qual conhecia as pessoas que visitavam seu dono, quais eram as amigas, as curiosas e as maliciosas.

          - Senti-lhe, sobremodo, a morte. Fez-me grande falta. Era meu inseparável companheiro de oração. Toda manhã e à noite, em determinada hora, dirigia-me ao quarto para orar. Lorde chegava logo em seguida. Punha as patas sobre a cama, abaixava a cabeça e ficava assim em atitude de recolhimento orando comigo.Quando eu acabava, ele também acabava e ia deitar-se a um canto do quarto. Em minhas preces mais sentidas, Lorde levantava a cabeça e enviava-me seus olhos meigos, compreensivos, às vezes cheios de lágrimas, como a dizer que me conhecia o íntimo, ligando-se ao meu coração. Desencarnou. Enterrei-o no quintal lá de casa...
Um dia certo visitante lhe pergunta se animais têm alma, Chico responde, rápido:
- Ah! sim, os animais têm alma e valem pelos melhores amigos..."
Trecho retirado do  livro: Chico Xavier - O Homem, o Médium, o Missionário, Antônio Matte Noroefé
Um presente para o final de semana. Veja o vídeo!


CRÉDITO VÍDEO: http://www.youtube.com/user/jcardellis

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Amigos verdadeiros



Um homem, seu cavalo e seu cão, caminhavam por uma estrada. Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente. Às vezes os mortos levam tempo para se dar  conta de sua nova condição...

A caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água.

Numa curva do caminho, avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada.


- Bom dia - ele disse.
- Bom dia - respondeu o homem.
- Que lugar é este, tão lindo? ele perguntou.
- Isto aqui é o céu - foi a resposta.
- Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede,  disse o homem.
- O senhor pode entrar e beber água à vontade, disse o guarda,indicando-lhe a fonte.
- Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
- Lamento muito, disse o guarda.
- Aqui não se permite a entrada de animais.

O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho. Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi aberta. 

A porteira se abria para um caminho de terra, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra. À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo.

- Bom dia - disse o caminhante.
- Bom dia - disse o homem.
- Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
- Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar.
- Podem beber a vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
- Muito obrigado - ele disse ao sair.
- Voltem quando quiserem - respondeu o homem.
- A propósito, disse o caminhante, qual é o nome deste lugar?
- Céu - respondeu o homem.
- Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu!
- Aquilo não é o céu,  aquilo é o inferno.

O caminhante ficou perplexo.

- Mas então - disse ele - essa informação falsa deve causar grandes confusões.

- De forma alguma - respondeu o homem. Na verdade, eles nos fazem um grande favor. Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos"

Desconhecemos o autor